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segunda-feira, 7 de abril de 2014

O que é ser jornalista hoje em dia?


Eu acredito em sonhos. Nos meus, aliás. Então eu sempre sonhei em ser jornalista. E o que é ser jornalista hoje em dia? Eu não sei. Sim, futuros jornalistas e os próprios já formados costumam dizer “eu não sei” naturalmente. Todos deveriam ser positivos ao negar algo.
Curiosidade, vontade de aprender e ter ética são fundamentais para que eu siga esta profissão com dignidade. Ultrapassar limites faz parte também. Eu, por exemplo, os ultrapassei quando eu decidi cursar jornalismo.
Não é apenas “gostar de escrever”, afinal, escrever todo escreve. Mas ter um faro, ser o que você é na vida real e transformar a sua opinião formada em um vínculo de sabedoria é fundamental para que eu possa ser uma jornalista reconhecida. Ser jornalista não é ter “fama”, e sim, profissionalismo.
O que eu acho você tem o direito de não concordar. Ser jornalista é respeitar a opinião do próximo. É cutucar a onça com vara curta. É assumir o risco, a paixão e a vontade de saber mais e de informar mais.
Talvez eu não esteja totalmente pronta para encarar um universo misto, mas estarei pronta, para um dia, te dizer o que é ser jornalista hoje em dia.

7 de abril - Dia do Jornalista.

terça-feira, 18 de março de 2014

Resenha: “O menino que pintava sonhos”, de Duca Leindecker

Em um universo totalmente envolvente, o músico e escritor, Duca Leindecker, mergulha em um mar de sentimentos onde traz a ternura e a curiosidade numa leitura intensa. Pois é desta forma que se resume o seu terceiro livro lançado no ano de 2013 pela editora L&PM Editores, o exemplar “O Menino Que Pintava Sonhos”.

Diferente dos gêneros de seus dois últimos livros publicados – “A casa da esquina”, lançado em 2002, e o “A favor do vento”, de 1999, cujos publicados pela mesma editora (L&PM Editores), – onde o autor contava sobre a sua vida pessoal e profissional, o livro “O menino que pintava sonhos” leva o leitor a uma imaginação abstrata e ao mesmo tempo simples e significativa à vida do personagem Jules, que enfrenta um mundo repleto de desafios, perdas insubstituíveis e sonhos alcançáveis. Traz consigo também a vontade de vencer a cada dia, independente do que espera no amanhã.

É assim que o gaúcho, Duca Leindecker, ressalta e prende a visão e o pensamento do leitor as histórias em formas de crônicas que são transformadas em momentos inesquecíveis e surpreendentes, no qual, qualquer um de nós pode vivenciar com o personagem Jules com uma leitura agradável em “O menino que pintava sonhos”.

Conheça mais sobre o DL: : http://www.ducaleindecker.com.br/



Nota de rodapé: o texto publicado acima foi escrito especialmente para a aula de Laboratório de Redação I, do curso de Jornalismo (1º semestre), onde o tema abordado era "Resenha Crítica". E cá está a minha! 

Ana CrisTina


Ana Cristina ou Tina? 
Eu não sei. Só sei que é um doce de menina. Ou melhor: uma menina-mulher.
Uma mulher dos olhos vibrantes e com um olhar avassalador. 
Avassaladora com a sua independência. 
Tina é a mesma menina-mulher que sonha acordada. 
Que atravessa obstáculos sem pensar duas vezes.

Há quem diga que há uma pitada de melancolia na sua personalidade, mas eu tenho dúvidas!
Tina pinta sonhos num quandro ilimitado, onde neste mesmo quadro há uma ponte para o dia. 
O dia onde a mesma Tina ganhe o mesmo mundo com o seu talento de ser o que ela é: 
Tina ou Ana Cristina.




Nas primeiras aulas de Laboratório de Redação I, do curso de Jornalismo (1º semestre), o professor Cristiano explicou para turma o que seria uma descrição.

Da mesma forma, o professor pediu que nós, alunos, fizéssemos uma descrição sobre alguém. Então eu escolhi uma colega de classe. Ela é a atriz, modelo e dona de um coração puro. O nome dela? Tina! (Ou seria Ana Cristina?) 

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Alguém acordou o gigante.

Eu acordei no meio de um caos. Eu acordei e tinha gente lá fora gritando. Eu acordei e vi bombas de gás lacrimogêneo sendo arremessadas contra aos que pediam por um país com melhores condições. Eu acordei e vi gente ignorante arremessando latas de lixo contra os patrimônios públicos e contra as pessoas que recebiam ordens superiores. Ordens? Pra quê ordens?
Eu acordei e senti cheiro de vinagre. Eu acordei e os meus olhos estavam ardendo.
Eu acordei quando alguém dizia: “sem violência!”; quando dizia: “Não é só por conta de vinte ou trinta centavos!”.
Eu acordei dentro daquela multidão que estava na santa paz de Deus, pedindo paz, querendo dizer adeus à violência. Aquela mesma violência contra a Educação, contra a Saúde, contra a Mídia mal encarada e mal interpretada, contra ao salário patético que o professor recebe; contra tantos descasos.
Eu acordei quando despertaram o gigante. O gigante acordou. O gigante está acordando.
Eu acordei para protestar. Um protesto diferente. Um protesto pedindo ajuda, e não julgamentos. Ajuda-me! Ajude-nos!
Conseguiram despertar o gigante. Conseguiram dispersar os governantes. Conseguiram e estão conseguindo fazer uma manifestação bonita. Ninguém dormirá tão cedo.
Eu vi uma minoria sendo ridícula ao aderir um gesto violento no meio de uma manifestação bonita.
Eu quero permanecer acordada. Eu quero ver o gigante acordado para que possamos fazer a diferença. Um país diferente e melhor, queremos!
E que a manifestação pacífica possa continuar. Continue! O gigante não dormirá tão cedo. Nós o acordamos. Nós estamos acordados!